Sem memória, não há futuro
"É preciso estar atento e forte. Vivemos em um país que envelhece a passos largos e com muita velocidade, mas, que insiste em tratar a velhice como uma questão exclusivamente individual."
"É preciso estar atento e forte. Vivemos em um país que envelhece a passos largos e com muita velocidade, mas, que insiste em tratar a velhice como uma questão exclusivamente individual."
Existe uma população inteira que, apesar de presente, pagar impostos, não é vista
Uma política pública de cuidado voltada para a pessoa idosa precisa entender essa dupla geografia: a territorial e a de afetos
JF vai à China. Busca investimentos financeiros. Corre atrás do futuro. Quem envelhece aqui, em muitos casos, não sai do lugar. Não vai a lugar algum. Fica no esquecimento urbano.
"Vivemos uma transição demográfica silenciosa, mas bem acelerada. Essa realidade demográfica traz uma pergunta urgente e incômoda: nossa cidade está preparada ou vem se preparando para ser uma cidade amiga da pessoa idosa?"
"Ao respeitar e cuidar das pessoas idosas, promovemos uma sociedade mais justa, acolhedora e consciente."
"Hoje ao olharmos para a denominada "terceira idade”, vemos muito mais do que passos lentos e cabelos rasos. Vemos pessoas que recomeçam suas vidas."
"A conquista de um maior tempo de vida, torna vulnerável o nosso presente diante das mudanças no clima, associado à nossa inércia pela ausência de políticas urbanas robustas de proteção social às pessoas idosas."
"Que diferença faz? É urgente que as políticas públicas cheguem onde as necessidades das pessoas são maiores. Cuidar de quem envelhece na periferia é dever do Estado, mas também é responsabilidade de todos nós."
"No exercício do planejamento urbano, a cidade precisa, antes de mais nada, fazer o dever de casa: criar condições dignas para que as pessoas idosas possam caminhar com segurança."